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COMO A REJEIÇÃO A BOLSONARO IMPACTA EM ACM NETO


Foto Reprodução


Esse final de semana o bolsonarismo sofreu com grandes mobilizações ocorridas no famoso internacional festival Lollapalooza, ocorrido em São Paulo, um dos principais berços de Jair Bolsonaro em 2018. Com palavras de ordem como "fora, Bolsonaro e fascismo nunca mais", artistas se rebelaram contra o atual presidente da República, mesmo com decisão equivocada de um ministro do TSE, que proibiu manifestações políticas durante o Lolla.


Nas redes, um grande engajamento reverberou a indignação do público presente no festival, em maior quantidade composto por jovens, que gritavam a todo o momento contra Bolsonaro.


A rejeição ao presidente, pré-candidato a reeleição, justamente no dia em que ele lançou a sua pré -candidatura para mais um mandato ao Palácio do Planalto, afeta não só a si, mas todos os que o cercam.


A força de Lula crescente, sendo a principal força antagonista, vai levando os aliados do petista aos bons índices de aceitação e levando os seus adversários ao enfraquecimento eleitoral.


Aqui na Bahia, Antônio Carlos Magalhães Neto, ex-presidente nacional do DEM, principal partido aliado ao governo Bolsonaro, responsável por diversas reformas que tiraram os direitos dos trabalhadores, faz de tudo para não ter o seu nome associado ao ex-aliado, que teve o seu apoio no segundo turno nas eleições passada.


O crescimento de Lula, das forças progressistas e do anti-bolsonarismo atrapalhará o pré-candidato da União Brasil ao governo da Bahia, que tenta a todo custo desligar a sua imagem da disputa nacional e, até mesmo, atrelar-se ao ex-presidente Lula, que é o grande apoiador na Bahia.



Por: Danillo Oliveira

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