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A GRAVIOLA NA BAHIA, NOVA REALIDADE





Em outubro de 1988 a EMBRAPA-CPAC, atendendo pedido da Gerência Regional da EMATER-BA, Jequié, enviou 200 sementes de graviola, Annona muricata L, cultivar Morada as quais foram distribuídas entre produtores rurais das Unidades Operativas da região de Jequié, abrangendo o Sul da Bahia. As condições edafo-climáticas bastante favoráveis, propiciaram desenvolvimento e adaptação desta cultura, com boas produções de frutos grandes, característicos da Morada.


Os produtores batizaram a Graviola de "JACA DE POBRE", devido ao seu tamanho e forma. Trabalhos de extensão rural foram desenvolvidos pela EMATER-BA e CEPLAC que capacitaram os produtores rurais a manejar a cultura da graviola que foi se estendendo pelos 32 Municípios que compõem o Sul da Bahia, por encontrar melhores condições de clima quente e úmido para sua produção.


A ADAB, Agência Estadualde Defesa Agropecuária do Estado da Bahia, no período de 2009 a 2012 realizou um diagnóstico da produção de graviola no estado da Bahia, georreferenciando as áreas, identificando as pragas e métodos de controle e através deste diagnóstico foi possível conhecer a área de Graviola cultivada, com cerca de 1.200 hectares, o que tornou a Bahia como o maior produtor de Graviola do Brasil. Wenceslau Guimarães com 450 hectares, é o maior produtor.


Atualmente os preços estáveis do mercado tornam a graviola consolidada e se constituindo boa fonte de renda no sul da Bahia.



Por: Geraldo Nascimento Engenheiro Agrônomo ex servidor da EMATER-BA e ADAB

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